Resenha #16: A Garota no Trem

Nome: A garota no trem
Autor: Paula Hawkins
Editora: Record /2015
Nº de Páginas: 378

Gênero: Ficção Inglesa
Sinopse: Todas as manhãs Rachel pega o trem das 8h04 de Ashbury para Londres. O arrastar trepidante pelos trilhos faz parte de sua rotina. O percurso, que ela conhece de cor, é um hipnotizante passeio de galpões, caixas d’água, pontes e aconchegantes casas. Em determinado trecho, o trem para no sinal vermelho. E é de lá que Rachel observa diariamente a casa de número 15. Obcecada com seus belos habitantes – a quem chama de Jess e Jason –, Rachel é capaz de descrever o que imagina ser a vida perfeita do jovem casal. Até testemunhar uma cena chocante, segundos antes de o trem dar um solavanco e seguir viagem. Poucos dias depois, ela descobre que Jess – na verdade Megan – está desaparecida.
Sem conseguir se manter alheia à situação, ela vai à polícia e conta o que viu. E acaba não só participando diretamente do desenrolar dos acontecimentos, mas também da vida de todos os envolvidos. 

   A história se passa em primeira pessoa, alterando o ponto de vista de 3 personagens, Rachel,Megan e Anna. São três mulheres totalmente diferentes. que mostram ao desenrolar da história seus sentimentos e personalidades.


"De manhã, embarco no trem das 8h04, e, na volta, pego o das 17h56. É o meu trem. É nele que viajo. É assim que as coisas são."

  Rachel, a protagonista,não está passando um momento difícil tentando se recuperar do seu divórcio. Tinha uma vida boa e feliz com Tom, até que ele a trai e se separam. Rachel já tinha problemas com a bebida porém se torna cada vez pior. Tem sua rotina de segunda a sexta de sair e voltar no mesmo trem de mesmo horário. No meio do trajeto tem um sinal vermelho, que para por uns instante, o suficiente para que ela observe através das janelas a vida de um casal , que aos seues olhos são apaixonados e tem uma vida perfeita. Até que em um belo dia ela presencia uma cena na casa que não lhe agrada.



"De vazio, eu entendo. Começo a achar que não há nada a se fazer para preenchê-lo. Foi o que percebi com as sessões de terapia: os buracos na sua vida são permanentes. É preciso crescer ao redor deles, como raízes de árvore ao redor do concreto; você se molda a partir das lacunas."

   Uma mulher desaparece , Rachel ao ver nos noticiários  percebe que a mulher é a que ela observa todos os dias pela janela do trem. Ao lembrar da cena que viu, pensa que pode ajudar na investigação e acaba se envolvendo no caso.
   O livro não me chamou tanta atenção, esperava mais, acho que a autora enrolou muito, a história ficou um pouco arrastada.Quis despertar curiosidade aos leitores , mas particularmente comigo não funcionou! 
   Um ponto positivo foi a construção da personagem Rachel, alcoólatra, com suas dificuldades tentando  parar de beber e seus apagões quando bebe de mais. Cheguei a sentir algumas angústia com ela quando se tratava da dependência dela com a bebida. A autora mostrou um pouco como é a vida de uma  alcoólatra.
   O livro ganhou uma versão no cinemas, ainda não assiste, mas pretendo. Segue mais a baixo o trailer.
  Agora uma pergunta. Indicaria esse livro para alguém? Depende do tipo de leitor. Se for um leitor que está acostumado a ler grandes autores de suspense e romance policial, eu não indicaria. Mas se for um leitor acostumado a ler mais romaces e pouco suspense e romace policial, indicairia, vai gostar!





Um comentário

  1. Muitos falam bem desse livro, outros nem tanto, preciso ler pra tirar minhas próprias conclusões!

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Dayse Ribeiro e Ana Rita

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